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O Vinil

Se o mundo fosse uma vitrola, o Brasil seria um single com lado A e lado B. Seria um vinil riscado, no caso, com um lado menos audível do que o outro, e teria uma capa colorida e bem-acabada, na qual o disco não caberia direito. E, interpretações à parte, nele um bom ouvinte reconheceria uma bela gravação, que teria sofrido com o péssimo manuseio de seus proprietários ao longo dos anos.

O Brasil é, sem dúvida, um dos mais belos países do mundo. Temos flora e fauna invejáveis, belas praias, paisagens únicas, solo fértil e - como se isso tudo não bastasse - invulnerabilidade contra quase todos os desastres naturais conhecidos. É quase um paraíso!

Última atualização em 19/04/2012

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A vida como obra de arte: da prática musical ao ensino de música às crianças


Resumo

 

O presente artigo, calcado no aporte teórico-metodológico das narrativas autobiográficas, tem por objetivo evidenciar, através do ato de narrar, as práticas pedagógicas do ensino de música a crianças do Conservatório de Música de Sergipe e da “Nossa Escola”, ambas localizadas na capital sergipana. Ao reunir situações, experiências, acontecimentos e destacar percursos, trajetórias e as transformações ocorridas em minha vida, não só ratifico minha identidade musical, como me reconheço como professor em formação. Ao elencar práticas educativas exitosas penso estar contribuindo, embora modestamente, com as atividades futuras relacionadas com a arte de “ensinar música”.

 

PALAVRAS–CHAVE: Crianças. Música. Pedagogia Musical. Práticas pedagógicas.

 

Última atualização em 26/11/2011

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As práticas pedagógicas na educação infantil


 

RESUMO: Este artigo tem como objetivo primordial fazer uma abordagem das práticas pedagógicas adotadas na educação infantil. Para isso são apresentadas algumas técnicas de ensino que podem ser utilizadas como um auxílio para o docente tornar mais efetivo o seu modo de educar. Além disso, pretende-se abordar em que condições e o momento histórico em que tais técnicas foram desenvolvidas. Para trabalhar a questão exposta neste artigo, foi feita uma pesquisa sobre a história da educação no Brasil e sobre as práticas pedagógicas utilizadas por muitos professores. Os resultados obtidos através da pesquisa permitiram verificar que algumas tendências pedagógicas, apesar de ultrapassadas, perduram até hoje.

PALAVRAS-CHAVE: Educação; Práticas pedagógicas; legislação.

ABSTRACT: This paper mainly aims to approach the pedagogical practices adopted in early childhood education. To this are some teaching techniques that can be used as an aid for faculty make the most effective mode of education. In addition, we intend to discuss in what conditions and the historical moment in which such techniques were developed. To work on the issue in this paper, was made a research on the history of education in Brazil and on the pedagogical practices used by many teachers. The results obtained through the research helped confirm that some pedagogical trends,though overcome, endure today.


KEYWORDS: Education; pedagogical practices; legislation.

 

 

1. INTRODUÇÃO

As grandes transformações ocorridas no âmbito social e familiar que tiveram como marco a sociedade moderna resultaram na privatização do espaço familiar, que a partir desse momento então passa a ser organizado em torno da criança. Contudo, a responsabilidade da família pela proteção, educação e socialização da criança sofreu novas transformações a partir do desenvolvimento do modelo urbano-industrial, que teve como consequência uma propagação das desigualdades sociais e da própria constituição da infância.


Última atualização em 26/11/2011

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Na trilha maligna do crack

 


Para produzir o crack, usam-se a borra da pasta base da cocaína, ou seja, o lixo da cocaína que é diluída em solventes e misturada a outros produtos químicos. O ácido sulfúrico está entre eles. Outra substância com capacidade parecida de destruição é o ácido clorídrico que, quando inalado, pode causar ferimentos graves na garganta e na boca do usuário. Também são usados  bicarbonato de sódio ou amônia, a cal virgem e a gasolina ou querosene que manipulados se transformam em uma espécie de pedra meio tenra facilmente quebrável, de cor branca caramelizada e de boa combustão, para daí entrar no comércio negro do tráfico de drogas ilícitas e proibidas.

 

O usuário ao fumar toda essa parafernália aspira o vapor venenoso para dentro de seus pulmões, entrando, em consequência, na sua corrente sanguínea. Como o crack é inalado na forma de fumaça e possui toda essa gama de produtos químicos altamente nocivos à saúde de qualquer ser vivo, ele chega ao cérebro muito mais rápido do que a cocaína ou de qualquer outra droga, causando também um malefício mais abrangente para o usuário que sempre vicia a partir do primeiro experimento.

Última atualização em 13/11/2011

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O conceito de moral da ambigüidade em Simone de Beauvoi

 

Eberson Luís da Mota Teixeira *

 

Queremos a liberdade pela liberdade e através de cada circunstância particular. E, ao querermos a liberdade descobrimos que ela depende inteiramente da liberdade dos outros, e que a liberdade dos outros depende da nossa. Sem dúvida, a liberdade como definição do homem não depende de outrem, mas, uma vez que existe a ligação de um compromisso, sou obrigado a querer ao mesmo tempo a minha liberdade e a liberdade dos outros; só posso tomar a minha liberdade como um fim.” (Sartre. Pg. 26).

 

Frente ao tema, a primeira pergunta que nos surge é: o que é a moral?

A moral pode ser entendida como: “ciência do bem e do mal, teoria do comportamento humano enquanto regido por princípios éticos (varia de cultura para cultura e se modifica com o tempo no âmbito de uma mesma sociedade); corpo de preceitos e regras que visa dirigir as ações do homem, segundo a justiça e a equidade natural; disposições para agir bem, a respeito de si próprio e a respeito dos outros, na comunidade humana”. (LAROUSSE).

Como surgiu a ética dentro do conceito de moral exposto acima, vamos entender está como: “A parte da filosofia que aborda os fundamentos da moral. Aquilo que concerne à organização das relações sociais em oposição à moralidade que enuncia os princípios da ação individual”. (LAROUSSE).

A reminiscência teórica da palavra moral vem do latim “mos, moris, moralis” que significa, pois, uma maneira de se comportar de acordo aos costumes aceitos por uma comunidade, grupo social (dominante) ou sociedade em que está se expressa. Por isso, a moral liga-se a uma idéia instrumental e preceitual, donde age bem; quem se comporta “pari passu” – simultaneamente - às regras do meio social.

Já a ética - é uma digressão da palavra grega “ethos” - e que procura refletir acerca desta noção, regra e princípios aceitos pela maioria. Por isso mesmo, a ética recorre à razão para fundamentar o seu entendimento a respeito da moral e - não obstante - tem um apelo mais universal (porque analisa como a moral se comporta, ou melhor, como esta se mostra na historicidade do humano) em detrimento da moral que se revela no recinto do pessoal.

Última atualização em 24/10/2011

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Parabéns aos professores

Quinze de outubro é dia dos professores. E, ao ler um pouco sobre a história desse festejado dia, reparei em um dado interessante, que comentarei mais abaixo.

Sempre me pareceu estreita a relação entre Educação e Direito, percepção essa, às vezes, puramente intuitiva, difícil de externar em termos racionais. Claro, ambos podem ser considerados ofícios, ciências e fenômenos sociais, entre outras muitas dotações de sentido que se podem extrair dos termos, a depender do enfoque e do contexto, mas possuem objetos de tal sorte distintos que a comparação pode soar estranha ou forçada.

 

Ao procurar nas fontes oficiais pela Lei que determinou a criação de escolas em todas as cidades e vilas do Brasil (http://www.camara.gov.br/Internet/InfDoc/conteudo/colecoes/Legislacao/Legimp-J_19.pdf ), imediatamente chamou a atenção o ano de sua edição. A referida lei, que pode ser consultada no site da Câmara dos deputados, data de 15 de outubro de 1827. No mesmo ano, pouco mais de dois meses antes, o Imperador editou Lei que criou os cursos de Direito no Brasil, inicialmente em São Paulo e Olinda.

Última atualização em 24/10/2011

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Numeralização, conhecimento informal e interdisciplinaridade

Resumo: Quando as crianças são alfabetizadas, existe um trabalho onde o professor interage com várias disciplinas com o propósito de buscar uma melhor compreensão da leitura; porém com relação à numeralização o mesmo não acontece. Por quê? O presente trabalho tem como objetivo analisar as dificuldades encontradas no aprendizado da matemática nas séries iniciais e também buscar caminhos que possam ajudar na solução dos problemas referentes à numeralização.  Na alfabetização existe todo um contexto que envolve o conhecimento informal do aluno e o conhecimento formal oferecido pelo educador. No conhecimento formal são inseridas outras ciências, para que a criança perceba que existe uma ligação entre todos os conhecimentos; isso significa que a alfabetização é desenvolvida interagindo com outras ciências. Para a numeralização o mesmo não ocorre, pois se percebe que não existe esta  relação. Em muitos casos o conhecimento informal não é associado ao  conhecimento formal e a numeralização é desenvolvida como uma ciência isolada, separada de outras ciências. Talvez seja na formação desde conhecimento que boa parte das crianças demonstre fortemente que não associam conhecimentos matemáticos com situações do cotidiano Método: Pesquisas de teóricos, sobre dificuldades no aprendizado da matemática. Conclusões: A numeralização deve acontecer num contexto, onde a criança possa sentir-se familiarizada, capaz de perceber suas relações com seu conhecimento informal percebendo que a matemática está presente em diversas situações do conhecimento. Palavras chave: crianças, numeralização, matemática, interdisciplinaridade, aprendizagem, conhecimento informal, ensino.

Última atualização em 03/10/2011

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Formação Inicial de Professores no Ensino Superior: Uma Trajetória com Permanências Caracterizadas por Dissensos e Impasses Initial Teacher Education in Higher Education: A Trajectory With Permanence’s Marked by Disagreements

Resumo

O artigo traça uma análise do desenvolvimento do processo de formação de professores que tem como finalidade dar forma à ideia de uma nova licenciatura. Centra-se no exame dos documentos oficiais produzidos por representantes das Universidades (Universidade de São Paulo, Universidade Estadual de Campinas e Centro Universitário Fundação Santo André), responsáveis pela educação superior e no estudo institucional realizado pelas comissões de trabalho. Este artigo discute a formação da educação básica à luz das representações sociais do ensino superior, de docentes e de alunos construídas na trajetória da escolarização brasileira. Apresenta também reflexões sobre as tendências e as vinculações que estão redefinindo a Universidade quanto a sua história, sua autonomia e a relação da sua produção de conhecimentos relativos á formação de professores.


Palavras-chave: Ensino superior, initial teacher education, policies of higher education

Abstract

This article traces an analysis of the development of the teacher education process, which aims to give shape to the idea of a new teacher education (Universidade de São Paulo, Universidade Estadual de Campinas e Centro Universitário Fundação Santo André). It focuses on the examinations of the official documents produced by higher education representatives responsible and on the institutional studies accomplished by the work commissions. This article discusses basic school teacher education according to the social representation of higher education, teacher and learner, which are based on Brazilian schooling trajectory. This article introduces reflections about the tendencies and commitment that are redefining university regarding its history, autonomy and its relationship with its knowledge production this teacher education.


Key-words: Higher education, formação inicial de professores, políticas de educação superior

Última atualização em 26/09/2011

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