Blog - Maria Elvira

3ºseminário internacional de mães

Publicado em 08/05/2017 às 11h58

Sábado dia 06 /05/17 no Maksoud Plaza, São Paulo, realizou-se o 3º seminário internacional de mães. Organização da revista Canguru, na pessoa de Ivana Moreira, diretora da revista e colunista da CBN.

Estiveram presentes 1.006 pessoas, sendo a maioria de mães e muitos pais.

Foram praticamente 10 horas de puro divertimento e aprendizado.

Como primeira palestrante tivemos Mara Luquet, colunista da CBN, apresentadora do quadro "O assunto é dinheiro". Falou sobre desafios e soluções para organizar a vida financeira  depois da chegada dos filhos.

Fez de suas palavras bem humoradas uma enorme diferença para a visão de uma educação finaceira da mãe, família e s filhos.

Seguiram as palestras da americana Tina Bryson,  que por um contratempo com seu filho , fez a palestra por vídeo conferência, dando um belo exemplo para as mães. Falou sobre "O cérebro da criança", de como podemos nos comunicar melhor com nossos filhos , sabendo como eles funcionam em termos de hemisférios cerebrais.

Estela Renner, que muitos já conhessem, falou sobre o processo de elaboração do filme "O começo da vida", documentário que alcançou e comoveu o mundo todo.

Dr. Dráuzio Varella , quem não o conhece? Pois é,  alegrou a platéia com seus ensinamentos de modo simples e direto, valorizou a mulher e a mãe.

Para finalizar com chave de ouro, Marcos Piangers, conhecido pela internet como "O papai Pop".  Mais uma vez a mulheres e mães, foram enaltecidas e ele mandou uma mensagem para todas as mães- que "deixem" ou"incentivem "os pais a participarem do processo de criação dos filhos.

Saí de lá diferente de quando entrei... estou esperando pelo 4º seminário internacional de mães em 2018.

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Lançamento do novo Site Conteudoescola

Publicado em 26/02/2017 às 16h41

"Estamos iniciando nossas atividades com muitas expectativas e algumas pretensões. O Conteúdoescola é um portal de Internet voltado para a educação e o conhecimento, tendo como público-alvo (mas não único) os educadores brasileiros que militam na Educação Básica - da Educação Infantil ao Ensino Médio." Francisco Valente no 1º editorial

Assim começamos.......

Estamos no ar desde 2004, há 13 anos  . Tudo começou com nosso filho Sérgio Ruy David Polimeno Valente fazendo o site com os conteudos fornecidos por Francisco Valente. Naquela época, fazer um site era coisa complicada, mas a dedicação de nosso filho foi ímpar e assim nasceu o conteudoescola.com.br

Fomos para a praia um dia depois de colocar o site no ar e de lá fomos tendo muitas alegrias ao ver que apesar de ser feriado , tivemos muitos acessos.

Nesse tempo todo pudemos contribuir de forma efetiva com nossos leitores, internaltas.

Quando fizemos esse site , ele tinha a intençaõ de auxiliar os professores para abrir ou regularizar uma escola, visto que os órgãos que fiscalizam essas escolas pouco podiam auxiliar.

Tivemos um grande sucesso e muitos adeptos  ao ponto dos próprios órgãos municipais e estaduais que fiscalizam as escolas, indicarem o site para as pessoas que a elas recorriam.

Mantivemos esse site no ar até hoje com acertos e erros e principalmente com recursos próprios.

Nesse momento estamos reformulando o site, dando a ele um aspecto mais profissional, atual e dinâmico.

Logo  estaremos no ar com o novo site e gostaríamos de poder continuar com recursos próprios , mas já percebemos que não teremos condições para isso.

Nesse sentido estamos disponibilizando espaços para propagandas que tenham ligação com nosso conteúdo.

Vamos movimentar mais a sessão de colunistas e teremos a"vitrine Acadêmica"  com textos de monografias de final de curso de internaltas, depois de aprovadas, serão publicadas pelo prazo de um ano.

Gostaríamos de continuar contando com vocês.

Obrigada a todos.

Equipe do conteudoescola

 

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O Vinil

Publicado por Maria Elvira Polimeno Valente em 19/02/2017 às 15h32

Escrito por Leonardo Noboru Ogoshi de Lima*

Se o mundo fosse uma vitrola, o Brasil seria um single com lado A e lado B. Seria um vinil riscado, no caso, com um lado menos audível do que o outro, e teria uma capa colorida e bem-acabada, na qual o disco não caberia direito. E, interpretações à parte, nele um bom ouvinte reconheceria uma bela gravação, que teria sofrido com o péssimo manuseio de seus proprietários ao longo dos anos.

O Brasil é, sem dúvida, um dos mais belos países do mundo. Temos flora e fauna invejáveis, belas praias, paisagens únicas, solo fértil e - como se isso tudo não bastasse - invulnerabilidade contra quase todos os desastres naturais conhecidos.

É quase um paraíso!

Ironia ou não, qualquer pessoa bem informada entre os 191 milhões e poucos habitantes da raça humana que ocupam este paraíso corre sério risco de se perguntar, mais cedo ou mais tarde, se nasceu no país certo. O Brasil é o ápice do terceiro-mundismo contemporâneo, uma potência em potencial com números que sugerem crescimento econômico mas negam qualquer outro crescimento, a não ser o do patrimônio de nossos líderes. Na política, a frase "o poder corrompe" é privada de exceções; na cultura, o que é realmente bom rareia e o que é ruim é ruim mesmo; na sociedade, estão os culpados de tudo isso.

Desde a nossa definição histórica como "colônia de exploração" até a lástima que hoje é assistir a um telejornal, passando por atos de liberdade regados a interesses, mortes misteriosas, impeachments esquecidos, derrotas nos mais diversos campos e o confronto um-é-pior-que-o-outro entre militares e guerrilheiros durante a ditadura, tudo na nossa história parece ter dado errado. Tudo parece apontar que o único caminho são é até o aeroporto internacional mais próximo.

Mas o vinil sempre tem um lado B.

E o lado B do Brasil é sua pluralidade. Há 26 estados (25, para quem acha mais sensato afirmar que o Acre não existe) distribuídos pelo nosso território, cada um com uma cultura rica em peculiaridades. Há desvantagens, é claro, em ter o quinto maior território do mundo, mas é desse dado que parece vir o único argumento válido dos patriotas. Cada uma das regiões do Brasil é única e nutre uma cultura e um folclore absolutamente particulares. Não é à toa que ir do sul para o norte do Brasil é como ir a um outro país; as artes típicas de todos os espaços entre - desculpem a cafonice - o Oiapoque e o Chuí são dignas de admiração; a comida, os costumes, as roupas, tudo é espetacular para os que se esforçam em conhecer. E é isso que faz com que o Brasil não seja um caso perdido.

Por isso, viva o Brasil, este belíssimo país em que certas regiões são tidas como desnecessárias, patriotas são mal-informados, leitores de jornal são masoquistas e a burocracia é temperamental. Ainda vamos nos perguntar se nascemos no país certo algumas vezes, e, a julgar pelo nosso histórico, o que está ruim não vai mudar tão cedo, mas podemos levar tudo numa boa por mais algum tempo, porque, segundo a propaganda partidária, somos todos de classe média alta.

* Aluno do 9º ano do Ensino Fundamental, estuda há três anos no Colégio Objetivo de São Paulo e foi duas vezes vencedor do concurso literário anual da rede, sendo a mais recente delas com o texto acima.

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Conhecendo Piaget

Publicado em 19/02/2017 às 12h36

Começando a conhecer Piaget

 

Maria Elvira Polimeno Valente

 

Do interesse teórico-prático de explicar o que acontece em sala de aula, surge o objetivo de formar pessoas capazes de desenvolver um pensamento autônomo, com possibilidade de produzir novas idéias e capazes de avanços científicos e culturais (sociais).

Essa formação não deve limitar-se aos aspectos científicos e culturais, mas também a tudo o que concerne a relações interpessoais.

Jean Piaget nasceu na Suíça, em 1896 e morreu em 1980.Epistemólogo (estudou teoria do conhecimento), biólogo e psicólogo. Publicou seus primeiros trabalhos em 1911, aos 15 anos. Seu trabalho mais importante: EPISTEMOLOGIA GENÉTICA.

 Existem quatro fatores para que se possa construir o conhecimento / afeto:

1 – Maturação biológica;

2 – Transmissão social;

3 – Ação sobre o objeto;

4 – Equilibração: assimilação incorporação de um novo objeto ou idéia ao que já é conhecido, ao esquema que a criança já possui. acomodação implica na transformação que o organismo sofre para poder lidar com o ambiente. Assim, diante de um objeto novo ou de uma idéia viva, a criança modifica seus esquemas adquiridos anteriormente, tentando adaptar-se à nova situação.

 Do equilíbrio desses dois processos advém uma adaptação ao mundo cada vez mais adequada e uma conseqüente organização mental. O desenvolvimento cognitivo controlado por esses fatores, processa-se através de todas as atividades infantis, dirigidas a objetos e situações externas.

Essas atividades compreendem aprendizagens que se utilizam de mecanismos como:

  • Abstração empírica diz respeito à informação extraída dos objetos físicos através da observação. Ex.: A criança observa que o ursinho de pano é macio ,mole e assim por diante. São informações físicas que a criança abstrai através de seus contatos sensórios-motores com o ursinho.
  •  Abstração reflexiva envolve a reflexão sobre relações não observáveis, mas elaboradas na mente. Nasce de um conhecimento lógico-matemático, não depende da observação e sim de inferências e deduções lógicas.

Todo ato inteligente é acompanhado por sentimentos (de interesse de prazer de esforço), que fornecem a energia que ativa o crescimento intelectual. A emoção torna a inteligência dinâmica. Portanto toda a ação envolve um aspecto estrutural ou cognitivo e um aspecto energético ou afetivo.

A inteligência fornece a estrutura para a ação. Os sentimentos fornecem a sua dinâmica e são independentes.   

Cada homem é agente de seu processo de desenvolvimento, deve-se portanto propiciar condições de ser ativo construindo a sua interação com o mundo. Na escola, só a metodologia ativa tornará isso possível.

O ensino deve ser facilitador do processo de desenvolvimento, nem um acelerador nem um entrave. Deve-se se conhecer o processo de desenvolvimento para propor problemas que o indivíduo compreenda; resolvendo-os o indivíduo atingirá níveis gradualmente mais elevados de desenvolvimento que o habilitarão a aprendizagens mais complexas. Assim se dá a interação entre os processos de aprendizagem e desenvolvimento.

Não é suficiente conhecer a resposta dos alunos a uma situação problema. È necessário proceder-se a uma análise dos processos mentais que levam a essas respostas. Pedir ao aluno que verbalize o caminho que percorreu pode ser um bom auxílio para esta compreensão.

 PROCESSO DO DESENVOLVIMENTO

  I – Período da Inteligência Sensório-Motora

  1. Baseada na motricidade física e na percepção, assim dividida:
  2. Exercícios reflexos (de 0 a 1 mês);
  3. Primeiros hábitos ou condicionamentos (reações circulares primárias ou relativas ao próprio corpo – de 1 a 4 meses);
  4. Primeiras coordenações (visão-preensão) e primeiras reações circulares secundárias (relativas aos objetos manipulados), coordenação dos espaços (visual, auditivo, bucal, etc. – de 4 a 8/9 meses);
  5. Uso de meios para obter um fim (coordenação dos esquemas secundários), primeiros sinais da “permanência do objeto” (de 8/9 a 11/12 meses);
  6. Descobrimento de novos meios (descoberta), permanência do objeto, uso de instrumentos para atingir um fim, grupo prático dos deslocamentos (de11/12 a 18 meses).

 

II – Período de Preparação e Organização das Operações Concretas (classe, relação e número).

1 – das representações pré-operatórias (desenvolvimento da função semiótica: imitação e jogo simbólico). Desenvolvem-se os mecanismos simbólicos: linguagem, desenho, imitação, jogo simbólico, dramatização, etc. .

1.1 - pensamento simbólico – imitação; 

1.2 - configurações estáticas e reconhecimento e representação do real (período intuitivo);

1.3 - regulações representativas articuladas; início das conservações: substâncias, peso, volume, distância, velocidade, correspondência, etc..

2 - das operações concretas (lógico e infralógico). È o período da organização do real segundo “agrupamentos” estruturados pela mente (classificações, seriações, tábua de dupla entrada, árvores, simetrias, etc.).

III – Período das Operações Formais

Neste nível de desenvolvimento, a criança (no caso o adolescente) encontra-se com os processos formais de raciocínio (processo hipotético– dedutivo – indutivo, lógico – formal ou lógico-matemático).

BIBLIOGRAFIA

CARRAHER, T. N. e REGO, L. L. B. –          O realismo nominal como um obstáculo na aprendizagem da leitura. In: Caderno de Pesquisa 39. Fundação Carlos Chagas, S.P., 1981. CARRAHER, Terezinha e SCHLIEMANN, David, Analuci – Na vida dez, escola zero – São Paulo, Cortez, 1985. FERREIRO, Emília e TEBEROSKY – A psicogênese da língua escrita, Porto Alegre, Artes Médicas, 1985. PIAGET, Jean – A construção do Real. R. J., Zahar, 1979. PIAGET, Jean – A epistemologia genética. Petrópolis, Vozes, 1972 PIAGET, Jean – A tomada de Consciência. S. P., Melhoramentos, Ed. USP, 1977 RUSSO, Maria de Fátima e VIAN, Maria Inês Aguiar – Alfabetização um processo em construção. S.P., Saraiva, 1993. D'AMORIM, Maria Alice Magalhães/Piaget, Jean – Seis estudos de psicologia – Forense Universitari

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Na trilha maligna do crack

Publicado em 16/02/2017 às 19h00

Escrito por Archimedes Marques *

Para produzir o crack, usam-se a borra da pasta base da cocaína, ou seja, o lixo da cocaína que é diluída em solventes e misturada a outros produtos químicos. O ácido sulfúrico está entre eles. Outra substância com capacidade parecida de destruição é o ácido clorídrico que, quando inalado, pode causar ferimentos graves na garganta e na boca do usuário. Também são usados  bicarbonato de sódio ou amônia, a cal virgem e a gasolina ou querosene que manipulados se transformam em uma espécie de pedra meio tenra facilmente quebrável, de cor branca caramelizada e de boa combustão, para daí entrar no comércio negro do tráfico de drogas ilícitas e proibidas.

O usuário ao fumar toda essa parafernália aspira o vapor venenoso para dentro de seus pulmões, entrando, em consequência, na sua corrente sanguínea. Como o crack é inalado na forma de fumaça e possui toda essa gama de produtos químicos altamente nocivos à saúde de qualquer ser vivo, ele chega ao cérebro muito mais rápido do que a cocaína ou de qualquer outra droga, causando também um malefício mais abrangente para o usuário que sempre vicia a partir do primeiro experimento.

 A ação do crack atua sobre o sistema nervoso central, provocando aceleração dos batimentos cardíacos, aumento da pressão arterial, dilatação das pupilas, suor intenso, tremores, excitação. Os usuários apresentam problemas no sistema respiratório como congestão nasal, tosse e sérios danos nos pulmões. A droga também pode afetar o trato digestivo, causando náuseas, dores abdominais, perda de apetite com consequente excessiva eliminação de peso e desnutrição.

Os efeitos psicológicos imediatos do crack são a euforia e a sensação de poder. Com o uso constante da droga, aparecem cansaço intenso, forte depressão e desinteresse sexual. Em grande quantidade, o crack pode deixar a pessoa extremamente agressiva, paranoica e fora da realidade, como se estivesse em outro mundo, noutra vida. O cuidado pessoal do usuário passa a não mais existir e sua autoestima rasteja aos mais baixos níveis.

A droga destrói os neurônios e promove a degeneração dos músculos do corpo, fenômeno conhecido na medicina como rabdomiólise, causando a aparência esquelética no indivíduo, com ossos da face salientes, pernas e braços  finos e costelas aparentes.

 O usuário do crack pode ter convulsão e, como consequência desse fato, pode levá-lo a uma parada respiratória, coma ou parada cardíaca e enfim, à morte. Além disso, para o debilitado e esquelético sobrevivente, seu declínio físico é assolador, como infarto, dano cerebral, doença hepática e pulmonar, hipertensão, acidente vascular cerebral (AVC), câncer de garganta e traqueia, além da perda dos seus dentes, pois o ácido sulfúrico que faz parte da composição química do crack assim trata de furar, corroer e destruir a sua dentição.

O crack vai destruindo o seu usuário em vida ao ponto dele perder o contato com o mundo externo, se tornando uma espécie de zumbi, ou morto-vivo, movido pela compulsão à droga que é intensa e intermitente. Como os efeitos alucinógenos têm curta duração, o usuário dela faz uso com muita frequência e a sua vida passa a ser somente em função da droga.

Além dos citados problemas de saúde que recaem para os usuários do crack, as ocorrências no seu terreno familiar e social sempre passam para a área criminal e vão caminhando rapidamente em largas vertentes para dias piores. A vida vivida pelos envolvidos com o vício do crack parece sempre transpor os inimagináveis pesadelos, pois do crack e pelo crack são capazes de praticar qualquer crime.

Na trilha maligna do crack, o seu usuário encontra o desencanto, a dor, a violência, o crime, a cadeia, a desgraça e o cemitério precocemente. O crack traz o ápice da insanidade humana. Alguns que se recuperaram do poder aniquilador do crack disseram que dele sentiram o gosto do inferno.

Por sua vez, apesar de tudo isso, apesar dessa realidade brutal e com perspectivas de piorar ainda mais com a sua crescente problemática, sentimos o poder público ainda meio tímido, sem verdadeira vontade política para debelar tal situação, assertivas essas comprovadas pelo andamento de alguns projetos que já se mostraram ineficientes e outros que se mostram apenas paliativos em ação.

É fácil de concluir que o perfil da sociedade brasileira se transformou e os problemas familiares, sociais, da saúde e da segurança pública mudaram consideravelmente para pior a partir do advento do crack. Dentro desse contexto também cresceram e continuam crescendo todos os índices de crimes possíveis, destarte os crimes de furto, roubo, latrocínio e homicídio.

Assim, por justo o povo clama por solução adequada, por remédio curativo, não paliativo. Projetos verdadeiros e efetivos devem entrar em ação com urgência urgentíssima, pois os problemas deixados na maligna trilha do crack crescem em proporções geométricas e atingem em cheio a nossa sociedade.

(Delegado de Policia no Estado de Sergipe. Pós-Graduado em Gestão Estratégica de Segurança Publica pela Universidade Federal de Sergipe) archimedes-marques@bol.com.br

 

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