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Página 4 de 5 Autismo
- Até hoje a ciência não conseguiu definir com precisão a manifestação
patológica, suas causas e tratamentos. O indivíduo autista vive em
outra dimensão do psiquismo, diferente da das pessoas comuns. Não nutre
ou manifesta afetos e geralmente é dotado de rebaixamento intelectual. Muitos
executam movimentos automáticos, de balançar a cabeça, mover os membros
ou pronunciar interminavelmente palavras ou frases aparentemente sem
sentido - os estereótipos. O
problema acomete mais a pessoas do sexo masculino. O diagnóstico
preciso, quanto à sua intensidade, é prejudicado pelo fato de o autista
não se comunicar, ou faze-lo de modo restrito ou precário. Da mesma
forma, sem um quadro diagnóstico apontando a intensidade do problema, é
quase impossível a elaboração de currículos adaptados ou flexibilizados
para esses sujeitos quando em escolas. No
caso dos autistas, recomenda-se a terapia laboral (trabalhos manuais de
qualquer natureza) como recurso para que aprendam habilidades e se
mantenham O
grau de comprometimento intelectual de crianças com DM (aspectos
internos) abrange uma variada escala, podendo-se dizer que numa das
pontas dessa população estão crianças que desenvolvem habilidades
sociais e de comunicação eficientes e funcionais, têm um prejuízo
mínimo nas áreas sensório-motoras e podem apresentar comportamentos
similares às crianças de idade não portadoras de necessidades especiais. Esse
rol de crianças acima descrito corresponde a 85% dos casos, ficando os
casos severos ou muito severos por conta dos 15% restantes. Outros casos: -
TDAH - Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade - recentemente
descrito como caso psiquiátrico, passível de tratamento com medicação,
psicoterapia e fisioterapia. - TDA - Transtorno de Déficit de Atenção - também controlável através de medicação específica. -
Dislexia e disgrafia - distúrbios de aprendizagem, perfeitamente
controláveis, correspondendo a uma dificuldade do sujeito em
decodificar o código lingüístico (o disgráfico não consegue escrever
com a mão, mas consegue digitar perfeitamente bem).
- Gagueira -
emocional de causas variadas, passiveis de tratamento através da
intervenção concomitante de profissionais de fonoaudiologia e
psicologia. -
Lentidão - distúrbio de aprendizagem - alunos que apresentam
dificuldades em acompanhar o desenvolvimento do currículo regular
(geralmente baseado em conteúdos lógico-dedutivos ou de memorização), e
ocasionados por motivos variados, entre eles problemas emocionais ou
Q.I. (Quociente de Inteligência) muito abaixo da média. São facilmente
recuperáveis através da dispensa de atenção redobrada, com reforço nos
conteúdos curriculares. É
conveniente lembrar que todos nós, indistintamente, tivemos, um dia,
algum problema de aprendizagem, de maior ou menos intensidade e que
muitas vezes não foram totalmente superados (por exemplo, dificuldades
em cálculo matemático).
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